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As cotações da soja no mercado futuro da Bolsa de Chicago fecharam a sessão da sexta-feira em níveis mais fracos, com desvalorização de até 7 pontos nos contratos com vencimento mais próximo. Na semana, o saldo líquido também foi negativo, com o contrato de vencimento em julho perdendo 11 pontos relativamente à sexta-feira anterior. O spread julho/novembro (safra velha x safra nova) inverteu-se, fechando a semana com 4 pontos em favor de julho (era de 4 pontos em favor de novembro no final da semana anterior).

Fungo da Amazônia melhora crescimento e desenvolvimento de soja

Foram cinco sessões consecutivas de perdas na semana. O mercado seguiu pressionado pelas boas condições climáticas para o desenvolvimento da nova safra americana que está em final de plantio. Além disso, os agentes buscaram se posicionar ante a divulgação de dois novos relatórios importantes pelo USDA nesta terça-feira: a posição dos estoques americanos em junho e o primeiro levantamento de campo sobre a área efetivamente semeada nesta safra. Analistas acreditam que o USDA deverá indicar uma área plantada maior do que a prevista anteriormente, podendo apresentar um crescimento de 11% sobre a que foi semeada no ano passado, o que indica potencial de safra cheia se o clima continuar favorável.

No Brasil, o mercado de câmbio fechou a sexta-feira com o dólar em forte alta de 2,6%, cotado a R$ 5,47 para venda. Na semana, a moeda americana também fechou com forte valorização líquida de 2,7%.

Os preços da soja no mercado brasileiro, base portos, fecharam o dia mais firmes, em R$ 115,00 por saca, mas nos mesmos níveis do final da semana anterior.

Pro SojaNews/Fundação MT.

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